


Tarot / Oráculos · Mesa radiónica · Reiki · Orientação espiritual
SetúbalExperiência: 18 anos
Tarot / Oráculos · Astrologia · Mediunidade · Orientação espiritual
LisboaIdiomas: EN · PT · ESExperiência: 4 anos
Reiki · Mesa radiónica · Tarot / Oráculos · Orientação espiritual
LisboaExperiência: 25 anos
Orientação espiritual
LisboaIdiomas: FR · EN · PTExperiência: 20 anos
Constelações familiares · Reiki · Tarot / Oráculos · Orientação espiritual
AveiroIdiomas: PT
Reiki · Orientação espiritual · Medicina integrativa · Fitoterapia · Massagem energética
Lisboa
Hipnose · Reiki · Equilíbrio dos chakras · Orientação espiritual · Coaching de vida
Viana do CasteloIdiomas: PT
Reiki · Orientação espiritual
AlmadaIdiomas: PT
Breathwork · Psicologia transpessoal · Orientação espiritual · Rituais ancestrais · Somatic Experiencing
LisboaIdiomas: EN · PT
Terapia quântica · Orientação espiritual · Equilíbrio dos chakras · Meditação guiada terapêutica · Magnetismo / Cura energética
LisboaIdiomas: ES · EN · PT
Terapia quântica · Orientação espiritual
PortoA orientação espiritual é um acompanhamento centrado em questões de sentido, propósito, valores, identidade, transcendência e relação com aquilo que cada pessoa considera sagrado. Pode acontecer dentro de uma tradição religiosa, numa abordagem espiritual não religiosa ou num contexto integrativo de desenvolvimento pessoal. Não corresponde a uma técnica única nem a uma profissão clínica específica. O conteúdo depende da formação do orientador, das crenças da pessoa e dos objetivos definidos para o processo.
Uma sessão pode incluir diálogo reflexivo, silêncio, meditação, oração, leitura simbólica, exercícios de atenção, exploração de valores ou práticas contemplativas. Em algumas abordagens, o profissional integra Reiki, tarot, breathwork, psicologia transpessoal ou outras ferramentas. A orientação responsável não procura impor crenças, prever o futuro ou substituir decisões pessoais. O papel do orientador é facilitar reflexão, discernimento e coerência entre valores, escolhas e experiência interior.
A procura de orientação espiritual existe há séculos em diferentes tradições. No cristianismo, por exemplo, práticas de direção espiritual acompanharam comunidades monásticas e movimentos religiosos; noutras culturas, funções semelhantes podem ser desempenhadas por mestres, anciãos, professores ou líderes espirituais. No contexto contemporâneo, a orientação espiritual também aparece fora das religiões institucionais, associada a retiros, meditação, desenvolvimento pessoal e processos de transição de vida.
A investigação científica não avalia “orientação espiritual” como uma terapia única e padronizada. Existe, contudo, uma literatura relevante sobre espiritualidade, sentido de vida, propósito e cuidados espirituais. Harold G. Koenig, professor de Psiquiatria na Duke University e diretor do Center for Spirituality, Theology and Health, é uma das referências académicas mais prolíficas nesta área. O seu trabalho investiga relações entre religião, espiritualidade, saúde mental, coping e saúde física.
Outra referência internacional é Christina Puchalski, médica e fundadora do George Washington Institute for Spirituality & Health. O seu trabalho contribuiu para integrar necessidades espirituais em modelos de cuidados centrados na pessoa, sobretudo em doença grave e cuidados paliativos. Estes modelos não validam crenças espirituais específicas; mostram antes que significado, valores, esperança, ligação e identidade espiritual podem ser dimensões relevantes da experiência humana e do cuidado.
Revisões sistemáticas de cuidados espirituais em pessoas com doença avançada ou hospitalizadas encontraram potenciais benefícios em bem-estar espiritual, qualidade de vida, satisfação e alguns indicadores emocionais. Uma revisão abrangente publicada em 2024, reunindo 27 revisões sistemáticas e mais de 55 mil participantes, encontrou efeitos positivos sobretudo em bem-estar espiritual, qualidade de vida e humor, embora tenha também salientado a necessidade de maior rigor metodológico.
Estes resultados não significam que qualquer sessão de orientação espiritual produza benefícios clínicos. A espiritualidade pode funcionar como fonte de apoio e significado, mas também pode gerar conflito, culpa ou sofrimento quando existem crenças rígidas, manipulação ou pressão do facilitador. Um acompanhamento ético respeita a autonomia, diversidade religiosa, ausência de crença e liberdade para discordar.
Na Kuralis, a categoria Orientação Espiritual apresenta atualmente seis profissionais. Isabel Cristina Almeida Grilo, em Aveiro, combina orientação espiritual com constelações familiares, Reiki e tarot. Carlota Franco, em Lisboa, integra breathwork, psicologia transpessoal, rituais ancestrais e Somatic Experiencing. Carlos Atma associa Reiki, medicina integrativa, fitoterapia e massagem energética. Christina Loureiro trabalha Reiki e orientação espiritual em Almada. Rosária Resende, em Viana do Castelo, integra hipnose, Reiki, chakras e coaching de vida. Raquel Vidal, em Lisboa, combina orientação espiritual com meditação guiada terapêutica e outras práticas energéticas.
Antes de marcar, convém perceber formação, abordagem, duração, preço, confidencialidade e limites do serviço. A orientação espiritual pode complementar psicoterapia ou cuidados médicos, mas não deve substituir avaliação clínica quando existe sofrimento psicológico intenso, risco ou doença. O melhor acompanhamento favorece clareza, autonomia e respeito pela visão de mundo da própria pessoa. Sem criar dependência da figura do orientador ou facilitador.
A orientação espiritual trabalha sentido, propósito, valores e identidade.
Não exige necessariamente pertença a uma religião.
O diálogo e a reflexão são elementos centrais de muitas sessões.
Meditação e práticas contemplativas podem integrar o acompanhamento.
A abordagem deve respeitar crenças e ausência de crença.
Harold Koenig é uma referência científica em espiritualidade e saúde.
Christina Puchalski é uma referência internacional em cuidados espirituais.
A investigação associa cuidados espirituais a alguns indicadores de bem-estar.
A Kuralis apresenta atualmente seis profissionais de orientação espiritual.
Um acompanhamento responsável promove autonomia e discernimento pessoal.
Preços indicativos
40€–80€ / sessão (varia conforme o profissional)
És profissional de orientação espiritual em Portugal?
Junta-te à lista de lançamento e sê um dos primeiros perfis visíveis.
Outras cidades — Orientação espiritual
Terapias populares
A orientação espiritual é um acompanhamento centrado em questões de sentido, propósito, valores, identidade, transcendência e relação com aquilo que cada pessoa considera sagrado. Pode acontecer dentro de uma tradição religiosa, numa abordagem espiritual não religiosa ou num contexto integrativo de desenvolvimento pessoal. Não corresponde a uma técnica única nem a uma profissão clínica específica. O conteúdo depende da formação do orientador, das crenças da pessoa e dos objetivos definidos para o processo.
Uma sessão pode incluir diálogo reflexivo, silêncio, meditação, oração, leitura simbólica, exercícios de atenção, exploração de valores ou práticas contemplativas. Em algumas abordagens, o profissional integra Reiki, tarot, breathwork, psicologia transpessoal ou outras ferramentas. A orientação responsável não procura impor crenças, prever o futuro ou substituir decisões pessoais. O papel do orientador é facilitar reflexão, discernimento e coerência entre valores, escolhas e experiência interior.
A procura de orientação espiritual existe há séculos em diferentes tradições. No cristianismo, por exemplo, práticas de direção espiritual acompanharam comunidades monásticas e movimentos religiosos; noutras culturas, funções semelhantes podem ser desempenhadas por mestres, anciãos, professores ou líderes espirituais. No contexto contemporâneo, a orientação espiritual também aparece fora das religiões institucionais, associada a retiros, meditação, desenvolvimento pessoal e processos de transição de vida.
A investigação científica não avalia “orientação espiritual” como uma terapia única e padronizada. Existe, contudo, uma literatura relevante sobre espiritualidade, sentido de vida, propósito e cuidados espirituais. Harold G. Koenig, professor de Psiquiatria na Duke University e diretor do Center for Spirituality, Theology and Health, é uma das referências académicas mais prolíficas nesta área. O seu trabalho investiga relações entre religião, espiritualidade, saúde mental, coping e saúde física.
Outra referência internacional é Christina Puchalski, médica e fundadora do George Washington Institute for Spirituality & Health. O seu trabalho contribuiu para integrar necessidades espirituais em modelos de cuidados centrados na pessoa, sobretudo em doença grave e cuidados paliativos. Estes modelos não validam crenças espirituais específicas; mostram antes que significado, valores, esperança, ligação e identidade espiritual podem ser dimensões relevantes da experiência humana e do cuidado.
Revisões sistemáticas de cuidados espirituais em pessoas com doença avançada ou hospitalizadas encontraram potenciais benefícios em bem-estar espiritual, qualidade de vida, satisfação e alguns indicadores emocionais. Uma revisão abrangente publicada em 2024, reunindo 27 revisões sistemáticas e mais de 55 mil participantes, encontrou efeitos positivos sobretudo em bem-estar espiritual, qualidade de vida e humor, embora tenha também salientado a necessidade de maior rigor metodológico.
Estes resultados não significam que qualquer sessão de orientação espiritual produza benefícios clínicos. A espiritualidade pode funcionar como fonte de apoio e significado, mas também pode gerar conflito, culpa ou sofrimento quando existem crenças rígidas, manipulação ou pressão do facilitador. Um acompanhamento ético respeita a autonomia, diversidade religiosa, ausência de crença e liberdade para discordar.
Na Kuralis, a categoria Orientação Espiritual apresenta atualmente seis profissionais. Isabel Cristina Almeida Grilo, em Aveiro, combina orientação espiritual com constelações familiares, Reiki e tarot. Carlota Franco, em Lisboa, integra breathwork, psicologia transpessoal, rituais ancestrais e Somatic Experiencing. Carlos Atma associa Reiki, medicina integrativa, fitoterapia e massagem energética. Christina Loureiro trabalha Reiki e orientação espiritual em Almada. Rosária Resende, em Viana do Castelo, integra hipnose, Reiki, chakras e coaching de vida. Raquel Vidal, em Lisboa, combina orientação espiritual com meditação guiada terapêutica e outras práticas energéticas.
Antes de marcar, convém perceber formação, abordagem, duração, preço, confidencialidade e limites do serviço. A orientação espiritual pode complementar psicoterapia ou cuidados médicos, mas não deve substituir avaliação clínica quando existe sofrimento psicológico intenso, risco ou doença. O melhor acompanhamento favorece clareza, autonomia e respeito pela visão de mundo da própria pessoa. Sem criar dependência da figura do orientador ou facilitador.
A orientação espiritual trabalha sentido, propósito, valores e identidade.
Não exige necessariamente pertença a uma religião.
O diálogo e a reflexão são elementos centrais de muitas sessões.
Meditação e práticas contemplativas podem integrar o acompanhamento.
A abordagem deve respeitar crenças e ausência de crença.
Harold Koenig é uma referência científica em espiritualidade e saúde.
Christina Puchalski é uma referência internacional em cuidados espirituais.
A investigação associa cuidados espirituais a alguns indicadores de bem-estar.
A Kuralis apresenta atualmente seis profissionais de orientação espiritual.
Um acompanhamento responsável promove autonomia e discernimento pessoal.
Preços indicativos
40€–80€ / sessão (varia conforme o profissional)
És profissional de orientação espiritual em Portugal?
Junta-te à lista de lançamento e sê um dos primeiros perfis visíveis.
Outras cidades — Orientação espiritual
Terapias populares
Eventos próximos
Workshops e retiros ligados a esta prática:





Artigos em destaque